A Novartis viu dois dos seus medicamentos para a Esclerose Múltipla (EM) a receberem financiamento do Infarmed, permitindo assim que mais doentes tenham acesso a estas terapêuticas com evidência de maior controlo da doença, em diferentes fases da mesma.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?