A biofarmacêutica AstraZeneca revelou que os resultados completos do estudo ETHOS de fase III mostraram que a terapêutica de combinação tripla da AstraZeneca, budesonida/glicopirrónio/fumarato de formoterol tem uma redução “estatisticamente significativa” na taxa de exacerbações moderadas ou graves, em comparação com duas terapêuticas de combinação dupla em doentes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) moderada a muito grave.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?