A GlaxoSmithKline (GSK) anunciou que a sua terapêutica biológica para a asma eosinofílica grave, nucala (mepolizumab), pode ser autoadministrada pelo doente ou por um cuidador, caso o seu médico determine que é apropriado e desde que o doente ou o cuidador sejam treinados na técnica de administração, possibilitando assim uma maior liberdade de escolha para o doente e para a equipa médica.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?