A farmacêutica portuguesa Bial anunciou hoje uma parceria que pode chegar aos 145 milhões de dólares (perto de 136 milhões de euros) com a norte-americana Neurocrine para desenvolver e comercializar o seu medicamento para a doença de Parkinson na América do Norte.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?