Ministério recusa revelar lista de novas entidades prestadoras de colonoscopias
DATA
29/09/2015 19:09:37
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Jornal Médico
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Ministério recusa revelar lista de novas entidades prestadoras de colonoscopias

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A Europacolon, Associação de Apoio ao Doente com Cancro Digestivo, afirma, em comunicado enviado à nossa redação, que o Ministério da Saúde se recusou a divulgar a lista de novas entidades prestadoras de colonoscopias na zona da Grande Lisboa.

Isto porque, no passado dia 24 de setembro, os locais para a realização de colonoscopias na zona da Grande Lisboa passaram de duas para 37. Estas novas entidades prestadoras irão integrar a rede de convencionados do Serviço Nacional de Saúde e a Europacolon pretendeu saber especificamente quais são.

“Quando questionámos, na semana passada, o Ministério da Saúde sobre a necessidade de divulgação à população da nova lista de entidades convencionadas, o assessor de imprensa, Miguel Vieira, respondeu que esta informação não diz respeito nem aos doentes, nem aos utentes. Ora, diariamente, chegam-nos dezenas de pedidos de informação dos utentes. A associação continua a receber várias chamadas com pedidos de esclarecimento e apoio para a marcação de colonoscopias nas novas entidades. É urgente e imprescindível que sejam identificadas publicamente as novas unidades contratadas”, alerta Vítor Neves, presidente da Europacolon.

Ainda de acordo com a nota de imprensa, "a realização de uma colonoscopia na Grande Lisboa demora em média cerca de seis meses, quando o recomendável é entre duas a três semanas e, no sector privado a realização deste exame custa mais de 400 euros enquanto pelo Serviço Nacional de Saúde custam apenas entre 14 a 20 euros".

Segundo o Ministério da Saúde, em 2014 foram realizadas mais de 152 mil colonoscopias.

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Editorial | Luís Monteiro, membro da Direção Nacional da APMGF
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