“Até ao momento, algumas drogas testadas em estudos clínicos não demonstraram redução de desfechos cardiovasculares, mas recentemente tanto a empagliflozina como a dapagliflozina apresentaram resultados favoráveis em doentes com fração de ejeção preservada.” Quem o afirma é a Prof.ª Doutora Andréa Araújo Brandão, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), no âmbito da sessão conjunta entre as sociedades portuguesa e brasileira da especialidade, com destaque para a insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada. Veja o vídeo.
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Qual é a relação entre medicina e arte? Serão universos totalmente distintos? Poderá uma obra de arte ter um efeito “terapêutico”?